Nos bastidores de Top Scents: a nova geração de perfumistas que está a mudar o nicho
Top Scents não nasceu como um lançamento comum. Descubra a colaboração com a Givaudan e a nova geração de perfumistas por trás de Rose Mode e Neon Oud.

Quando se fala de perfume, quase toda a gente pensa primeiro no frasco, nas notas ou naquele efeito imediato de “gosto” ou “não gosto”. Mas, no caso de Top Scents Givaudan, há qualquer coisa mais interessante a acontecer por trás do aroma.
Antes de existirem frascos, campanhas e nomes como Rose Mode ou Neon Oud, existiu uma ideia muito mais ambiciosa: transformar a criação de perfume num palco para novos talentos e mostrar que o nicho também pode nascer de uma nova geração de perfumistas.
É precisamente isso que torna esta coleção mais interessante do que um simples lançamento de fragrâncias.
Top Scents não foi pensada apenas para apresentar dois perfumes diferentes.
Foi pensada para contar uma história de criatividade, desafio, contraste e descoberta. E, quando se percebe isso, torna-se muito mais fácil entender porque é que esta coleção parece diferente desde o primeiro momento.
Top Scents não nasceu de um lançamento comum
No universo da beleza, há muitos produtos que aparecem no mercado porque faz sentido haver mais uma versão de algo que já existe. No caso de Top Scents, a lógica parece ter sido outra.
Em vez de repetir fórmulas seguras, a coleção foi construída a partir de um desafio criativo em parceria com a Givaudan Perfumery School, uma das instituições mais prestigiadas da perfumaria.
A ideia era simples apenas à superfície: pegar numa nova geração de perfumistas, dar-lhes briefs concretos, pedir-lhes ousadia e deixar que fossem além dos padrões tradicionais.
O resultado não foi um perfume isolado, mas uma coleção inteira pensada como projeto. Um projeto onde cada fragrância nasce de um exercício real de criação, com liberdade para reinterpretar notas clássicas, misturar contrastes inesperados e experimentar combinações menos previsíveis.
Isso muda tudo. Porque deixa de parecer que estamos apenas perante “dois perfumes novos”. E passamos a sentir que estamos perante os primeiros capítulos de uma coleção com visão.
A nova geração de perfumistas está no centro da coleção
Uma das coisas mais fortes em Top Scents é precisamente esta: a coleção não usa apenas a Givaudan como selo de autoridade. Dá palco à nova geração de perfumistas ligada à escola.
Há qualquer coisa de muito atual nisto. Em vez de construir todo o discurso à volta de uma ideia distante de luxo tradicional, a coleção aproxima-se mais de um universo criativo em movimento. Mais jovem, mais experimental, mais curioso. Menos preso ao “foi sempre assim” e mais aberto a novas leituras do que um perfume pode ser.
Essa decisão nota-se nos próprios perfumes. Rose Mode não trata a rosa como uma nota romântica e previsível. Neon Oud não trata o oud como uma madeira fechada e pesada. Em ambos os casos, sente-se uma vontade clara de pegar em códigos conhecidos e empurrá-los para outro lugar.
E isso é exatamente o tipo de gesto criativo que se espera quando uma marca decide trabalhar com perfumistas emergentes em vez de jogar pelo seguro.

O nicho aqui não é só estética. É atitude
Há marcas que usam a palavra “nicho” quase como decoração. Fica bem, parece sofisticado, sugere exclusividade e pronto. Mas, em Top Scents, o nicho não aparece só na imagem ou no discurso. Aparece sobretudo na atitude da coleção.
Nicho, aqui, significa quebrar padrões. Significa aceitar que uma rosa não precisa de ser delicada e romântica. Que um oud não precisa de ser sombrio e pesado. Que o perfume pode trabalhar contraste, tensão, textura e evolução sem pedir desculpa por não ser imediatamente óbvio.
É por isso que Top Scents não dá a sensação de ter sido construída para agradar a toda a gente da mesma forma. Dá a sensação de ter sido construída para despertar curiosidade. Para criar reação. Para fazer alguém parar e perguntar o que está ali de diferente.
E, sinceramente, esse é um dos sinais mais interessantes de uma coleção que quer ser levada a sério.
Rose Mode e Neon Oud mostram bem esta lógica
Os dois primeiros perfumes da coleção funcionam quase como manifesto.
Rose Mode mostra que uma rosa pode ser sedosa, sombria e provocadora sem perder elegância. Em vez de um floral previsível, surge uma fragrância com mais textura, mais ambiguidade e uma sensualidade menos óbvia.
Neon Oud vai noutro sentido, mas com o mesmo espírito. Mistura fruta, fumo, camurça, especiarias e oud numa construção mais quente, mais intensa e mais magnética. Não procura ser discreto. Procura ser memorável.
O interessante é que, mesmo sendo muito diferentes, os dois perfumes parecem falar a mesma língua. A língua do contraste. Da assinatura. Da criação pensada para marcar presença. E isso mostra bem que há uma linha criativa por trás da coleção, não apenas dois produtos postos lado a lado.
Para quem quiser perceber melhor essa diferença, o comparativo Rose Mode ou Neon Oud? ajuda bastante.
O lado mais inteligente desta iniciativa é pensar em coleção, não em hype
Talvez seja aqui que Top Scents se torne mais forte como projeto. Não foi apresentada como uma experiência isolada nem como uma moda de um catálogo. Foi pensada desde o início como uma coleção de seis fragrâncias, com Rose Mode e Neon Oud a abrir caminho para o que vem a seguir.
Isso faz com que tudo ganhe mais peso. Porque uma coleção permite continuidade. Permite evolução. Permite criar expectativa. E, acima de tudo, permite que quem gosta de perfume acompanhe a história em vez de ver apenas um lançamento passageiro.
Também é isso que torna Top Scents Givaudan um tema tão rico editorialmente. Não estamos apenas a falar de fragrâncias. Estamos a falar de uma iniciativa que mistura perfumaria, criatividade, bastidores, talento emergente e construção de coleção.
Há um lado quase “reality show” na forma como tudo isto foi montado
E isso, na verdade, joga a favor da coleção.
O próprio enquadramento da iniciativa tem qualquer coisa de competição criativa de alto nível: perfumistas emergentes, desafios concretos, propostas ousadas, episódios, bastidores e a sensação de que se está a ver nascer uma nova geração de criadores dentro de uma casa histórica da perfumaria.
Esse lado mais narrativo aproxima o perfume de uma forma diferente de consumo. Já não se trata apenas de comprar algo porque cheira bem. Trata-se de acompanhar um processo, perceber as intenções por trás das fórmulas e sentir que existe uma história real por detrás do produto final.
No fundo, isso faz com que o perfume volte a ser descoberta. E talvez seja precisamente esse o segredo da coleção.
Porque é que isto importa para quem usa perfume?
Porque há uma diferença grande entre usar uma fragrância agradável e usar uma fragrância que parece ter alguma coisa para dizer.
A nova geração de perfumistas traz precisamente isso: mais vontade de experimentar, mais liberdade para quebrar clichés e menos medo de criar perfumes que não tentam ser genéricos. Para quem usa perfume todos os dias, essa diferença sente-se. E sente-se ainda mais quando a coleção oferece caminhos tão distintos dentro do mesmo universo.
Quem gosta de uma floral mais sedosa e intrigante pode inclinar-se para Rose Mode. Quem prefere uma assinatura mais intensa, fumada e ousada pode sentir-se mais próximo de Neon Oud.
E quem prefere avançar com mais segurança pode começar pelas amostras de perfume, que ajudam a perceber melhor como cada fragrância evolui na pele.

Top Scents parece diferente porque nasceu diferente
No fim, talvez seja essa a melhor forma de resumir tudo.
Top Scents não parece diferente apenas por causa do frasco, do nome ou do discurso. Parece diferente porque nasceu de uma forma diferente. Porque foi pensada como coleção. Porque deu palco a talentos emergentes. Porque usou a Givaudan não só como referência de excelência, mas como espaço real de criação. E porque teve coragem para lançar perfumes que não se escondem atrás do óbvio.
É isso que faz desta coleção uma das conversas mais interessantes da perfumaria Oriflame neste momento.
E é também isso que faz com que valha a pena acompanhá-la desde o início.
Se quiser explorar a coleção, ver os perfumes já lançados e acompanhar o que vem a seguir, a melhor porta de entrada continua a ser a página de Top Scents.
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