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O seu creme de noite pode fazer mais do que imagina: veja o que acontece à pele enquanto dorme e a rotina simples para acordar com “glow”.

Há um momento, algures entre tirar a maquilhagem (ou nem isso) e cair na cama, em que pensamos: “Amanhã trato disto.” E depois vem a manhã — a pele com ar cansado, um bocadinho mais baça, às vezes repuxada, como se tivesse “envelhecido” oito horas num só salto. A ironia é que a noite é, precisamente, quando a pele está mais predisposta a recuperar. E é por isso que um bom creme de noite não é só mais um passo — é, muitas vezes, o passo que compensa todos aqueles dias em que a rotina não foi perfeita.
Durante o dia, a pele vive em modo defesa. Entre sol, vento, poluição, ar seco (especialmente no inverno) e o simples stress de estar “exposta”, passa o tempo a tentar manter-se estável.
À noite, muda o chip: em vez de se proteger, foca-se em reparar. A barreira cutânea tenta voltar ao lugar, a hidratação precisa de ser “segurada” dentro da pele, e tudo aquilo que de manhã parece textura irregular ou linhas mais marcadas pode ficar mais suave — desde que a pele tenha condições para isso.
A razão para os cuidados noturnos funcionarem tão bem é simples: à noite há menos agressões externas e mais espaço para a pele fazer o que tem de fazer.
Não é magia, é contexto. Sem maquilhagem, sem sol direto, sem vento e sem aquele “vai e vem” do dia, a pele tende a ficar mais recetiva a fórmulas que confortam, hidratam e reforçam a barreira.
O problema é que este processo pode ser sabotado por detalhes pequenos, mas repetidos — e é aqui que muita gente perde resultados sem perceber.
Um deles é ir dormir com a pele mal limpa — mesmo que não tenha usado maquilhagem. Protetor solar, oleosidade e impurezas acumulam-se e criam uma espécie de “camada” que não ajuda em nada.
Outro é o clássico exagero: meter demasiados ativos fortes na mesma semana (ou na mesma noite) e depois perguntar porque é que a pele ficou sensível.
E, claro, o ambiente: aquecimento ligado, quarto seco, poucas horas de sono… tudo isso aparece no rosto com uma sinceridade quase ofensiva.
A boa notícia é que não precisa de transformar a noite num ritual de spa. Uma rotina noturna eficaz pode ser incrivelmente simples — e, honestamente, é essa simplicidade que a torna sustentável.
Começa sempre pela limpeza. Não a limpeza agressiva que deixa a pele a “chiar”, mas uma limpeza que remove o que está em cima sem desmontar o que a pele precisa para estar confortável.
Se usa maquilhagem ou um SPF mais resistente, a dupla limpeza pode fazer sentido (primeiro um passo que dissolve, depois um passo que limpa). Se tem pele mais sensível ou seca, um único produto suave e bem escolhido pode ser melhor do que insistir em dois passos que irritam.
Depois, se quiser acrescentar um tratamento, pense em “um objetivo por noite” em vez de “tudo ao mesmo tempo”. Numas noites, hidratação; noutras, luminosidade; noutras, reparação.
E é aqui que o creme de noite entra como protagonista: é ele que sela a rotina, dá conforto imediato e ajuda a pele a acordar com aquele ar de “dormi oito horas e bebi água” (mesmo quando isso não aconteceu bem assim).

Dizer “creme de noite” é como dizer “casaco” — há casacos para chuva, para frio, para estar só “composto”.
Se a sua pele acorda repuxada, pede uma textura mais rica, mais “almofadada”, sobretudo nesta altura do ano. Se tem pele mista e odeia sensação pesada, precisa de um creme mais leve, que hidrate sem pesar. Se anda mais reativa, com tendência a vermelhidão ou desconforto, então o foco deve ser conforto e barreira — e não fórmulas demasiado intensas.
É por isso que faz sentido ter opções diferentes, dentro da mesma lógica de rotina, para dias e necessidades distintas.
Para quem quer um cuidado noturno leve, confortável e sem peso, o Creme de Noite Novage+ (Ligeiro) (cód. 41057) é uma escolha óbvia.
Para quem sente que o inverno deixa a pele mais seca e quer aquela sensação de nutrição a sério, o Creme de Noite Novage+ (Rico) (cód. 41058) faz mais sentido.
Se a ideia é apostar numa opção com um posicionamento mais “rotina completa” e consistente, o Creme de Noite Restore Novage+ (cód. 44285) encaixa bem nesse papel.

Já para quem tem pele sensível e só quer uma noite tranquila, sem surpresas, o Creme de Noite da Skinrelief NovAge (cód. 38385) é o nome mais direto.
E para aquelas fases em que sente que a pele precisa de recuperação extra (stress, frio, noites curtas), uma alternativa inteligente é trocar o creme 2–3 vezes por semana pela Máscara de Noite Intense Skin Recharge Novage+ (Edição Especial) (cód. 48105) — como se fosse um “modo intensivo” sem complicações.

O melhor “truque” para isto resultar não é encontrar o produto perfeito numa noite. É criar um pequeno sistema: creme de noite como base diária e, duas noites por semana, um boost mais intensivo. Sem castigar a pele. Sem entrar em modo laboratório. Só consistência.
E se quiser ligar este hábito ao plano maior (e dar-lhe aquele empurrão psicológico típico de janeiro), este artigo encaixa perfeitamente numa das resoluções de beleza mais importantes: ativar o modo de reparação durante a noite e tratar a pele como quem faz manutenção, não como quem tenta “corrigir” tudo de repente.
No fim, é isto: a noite vai acontecer de qualquer forma. A diferença está em decidir se a pele vai atravessá-la “ao acaso” ou com um creme de noite que realmente a ajude a recuperar. É um passo pequeno, mas é daqueles que, quando se torna hábito, muda o rosto de janeiro — e o resto do ano também.
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