Escova ventilada, plana ou redonda: qual escolher para o seu cabelo?
Secar mais depressa, alisar ou criar volume? Veja a diferença entre escova ventilada, plana e redonda e escolha a mais útil para o seu cabelo.

À primeira vista, uma escova ventilada, uma escova plana e uma escova redonda podem parecer apenas três versões do mesmo acessório. A diferença torna-se evidente quando começa a secar o cabelo: uma ajuda a fazer o ar circular e a levantar a raiz, outra controla os comprimentos e a terceira permite criar um brushing com mais forma e movimento.
A resposta rápida é simples: escolha a escova ventilada para secar mais depressa e conseguir um volume natural, a plana para desembaraçar e deixar o cabelo mais liso e a redonda para criar volume, curvas e um acabamento de brushing.
Não há uma opção universalmente melhor. Há, isso sim, uma escova mais adequada ao resultado que pretende conseguir.
A diferença entre as três escovas, num relance
| O que pretende conseguir | Escova mais indicada | Resultado esperado |
|---|---|---|
| Secar mais depressa e soltar a raiz | Ventilada | Cabelo leve, natural e com algum volume |
| Desembaraçar, disciplinar e alisar | Plana | Comprimentos mais lisos e controlados |
| Criar volume, movimento ou pontas modeladas | Redonda | Brushing mais polido e trabalhado |
A própria Oriflame apresenta a escova ventilada como a escolha para aumentar a circulação de ar junto às raízes e a redonda como a ferramenta indicada para um brushing suave e cheio de movimento.
Escova ventilada: para secar mais depressa e levantar a raiz
A escova ventilada reconhece-se pelas aberturas existentes na base. Esses espaços deixam o ar do secador circular através da escova, em vez de ficar concentrado apenas na superfície do cabelo.
É uma boa escolha para quem quer uma secagem prática, sem trabalhar cada madeixa durante demasiado tempo. Também ajuda a levantar o cabelo junto à raiz, sobretudo quando se direciona o ar por baixo da madeixa.
Faz particularmente sentido se:
- tem cabelo fino ou facilmente achatado;
- quer dar alguma leveza à raiz sem fazer um brushing completo;
- costuma fazer uma pré-secagem antes de modelar;
- prefere um resultado solto e natural;
- não tem muita prática com escova e secador.
A escova ventilada não é, porém, a melhor ferramenta para obter um liso muito polido ou uma curva definida nas pontas. Dá corpo e acelera a secagem, mas não cria tanta tensão nem tanto controlo como uma escova plana ou redonda.
Como usar uma escova ventilada
Retire primeiro o excesso de água com uma toalha, sem esfregar o cabelo. Aplique proteção térmica e comece a secagem com o cabelo húmido, mas não encharcado.
Levante uma madeixa junto à raiz e coloque a escova por baixo. Direcione o secador para essa zona enquanto desliza a escova suavemente em direção às pontas.

Para mais volume, alterne a direção em que seca as raízes. Pode também inclinar ligeiramente a cabeça para baixo durante a pré-secagem e terminar com um jato de ar frio.
Escova plana: para desembaraçar e disciplinar os comprimentos
A escova plana — por vezes chamada escova paddle ou escova raquete — tem uma superfície larga. Essa forma permite trabalhar uma área maior do cabelo de cada vez, tornando-a prática para desembaraçar, alinhar e suavizar os comprimentos.
É a escolha mais sensata se o objetivo principal não é criar volume, mas sim deixar o cabelo mais controlado.

Faz sobretudo sentido para:
- cabelo médio ou comprido;
- cabelo espesso ou com bastante densidade;
- quem quer reduzir o aspeto desalinhado dos comprimentos;
- quem prefere um acabamento mais liso;
- quem precisa de uma escova versátil para pentear no dia a dia.
Durante a secagem, a escova plana pode ser passada da raiz às pontas enquanto o bico do secador acompanha o movimento de cima para baixo. Esta direção ajuda a criar um acabamento mais alinhado.
Se o cabelo estiver embaraçado, comece sempre pelas pontas e vá subindo gradualmente. Tentar puxar logo desde a raiz aumenta a tensão sobre os fios e torna o processo mais desconfortável.
A escova plana também não é a escolha ideal para quem pretende manter uma ondulação ou caracol natural. Ao separar e esticar os fios, pode alterar a forma original do cabelo. Nesses casos, um pente de dentes largos e um difusor tendem a respeitar melhor o padrão natural.
Se o seu problema principal é o cabelo rebelde ou frisado, pode também rever estes erros que costumam agravar o frizz.
Escova redonda: para volume, movimento e efeito de brushing
A escova redonda é a mais associada ao acabamento de cabeleireiro — e também aquela que exige um pouco mais de prática.
A sua forma permite levantar as raízes, curvar as pontas e criar movimento ao longo do cabelo. Dependendo da técnica, pode produzir desde um acabamento apenas mais polido até um brushing volumoso, com ondas suaves.

É a melhor escolha se pretende:
- criar volume mais visível;
- modelar as pontas para dentro ou para fora;
- dar movimento a um cabelo liso;
- suavizar o frisado durante a secagem;
- conseguir um acabamento mais elegante e trabalhado.
O volume mais atual não precisa de ficar rígido ou excessivamente armado. O objetivo pode ser simplesmente uma raiz mais solta, comprimentos com balanço e um cabelo que continua agradável ao toque. A Oriflame enquadra precisamente o brushing suave desta forma: menos rigidez e mais movimento natural.
Como usar a escova redonda sem complicar
Faça primeiro uma pré-secagem. O cabelo deve estar húmido, mas já sem grande parte da água, antes de começar a trabalhar com a escova redonda.
Divida-o em secções. Quanto menores forem as madeixas, maior será o controlo sobre o resultado.
Coloque a escova por baixo da madeixa, junto à raiz, e direcione o secador para o cabelo. Deslize ambos lentamente até às pontas, mantendo o secador em movimento.
Para criar volume, levante a madeixa para cima ou ligeiramente para o lado oposto à queda natural do cabelo. Para modelar as pontas, rode suavemente a escova no final do movimento.

Evite deixar o secador parado sobre a mesma zona. O objetivo é combinar ar, movimento e alguma tensão — não concentrar calor num único ponto.
No final, deixe a madeixa arrefecer antes de a desfazer demasiado. É durante o arrefecimento que a forma ganha maior estabilidade.
Qual escolher de acordo com o seu tipo de cabelo?
O resultado pretendido deve ser o primeiro critério, mas o comprimento, a espessura e o comportamento do cabelo também fazem diferença.
Cabelo fino e sem volume
Começaria pela escova ventilada para uma secagem diária rápida e uma raiz mais leve.
Escolheria a redonda quando pretende um resultado mais evidente, com volume, curva e movimento.
Num cabelo muito fino, a técnica e a quantidade de produto importam tanto como a ferramenta. Demasiado condicionador junto à raiz ou várias camadas de styling podem anular o efeito criado pela escova.
Se esta é a sua principal preocupação, vale a pena consultar também o guia sobre a rotina Duologi Volume Boost para cabelo fino e sem volume.
Cabelo comprido ou espesso
A escova plana tende a ser a opção mais eficiente para desembaraçar e disciplinar uma grande quantidade de cabelo.
A escova redonda continua a ser útil para trabalhar as camadas superiores, as pontas ou as madeixas junto ao rosto, mas usá-la em todo o cabelo pode exigir mais tempo.
Cabelo ondulado ou com frisado
Escolha a plana se pretende sobretudo suavizar e controlar.
Escolha a redonda se quer alisar enquanto cria movimento e um acabamento de brushing.
Se prefere manter a ondulação natural, nenhuma destas precisa de ser a ferramenta principal: desembaraçar com suavidade e secar com difusor pode fazer mais sentido.
Cabelo curto ou corte bob
A escova ventilada ajuda a levantar a raiz sem tornar o styling demasiado elaborado.
Uma escova redonda pode criar uma curva elegante e dar corpo ao corte, desde que o diâmetro seja adequado ao comprimento do cabelo. Em cabelos muito curtos, uma escova redonda demasiado larga pode ser difícil de manobrar.
Escova redonda ou rolos: é preciso escolher?
Não necessariamente. As duas ferramentas podem cumprir etapas diferentes.
A escova redonda dá forma ao cabelo durante a secagem. Os rolos ajudam a manter essa forma enquanto o cabelo arrefece.
Para um resultado mais volumoso, pode trabalhar cada madeixa com a escova redonda e colocar depois um rolo enquanto o cabelo ainda está morno. Retire-o apenas quando a madeixa estiver completamente fria.

A técnica oficial sugerida pela Oriflame consiste em colocar os rolos quando o cabelo está quase seco, deixá-los arrefecer completamente e terminar com ar frio antes de soltar o penteado.
Se pretende apenas uma secagem natural e rápida, os rolos são dispensáveis. Se procura um brushing com mais corpo e duração, podem ser um complemento útil.
As três novas escovas Oriflame: qual faz mais sentido?
O Catálogo 12 apresentou três opções que correspondem precisamente a estes três objetivos:
Escova Airflow Flexi Vent
É a escolha mais indicada se a sua prioridade é acelerar a secagem, soltar a raiz e criar um volume leve no dia a dia.
Também é provavelmente a opção mais simples para quem não tem muita experiência com brushing.
Escova Power Paddle
Faz mais sentido se pretende desembaraçar, controlar e deixar os comprimentos com um aspeto mais liso.
É especialmente prática para cabelo médio, comprido ou com bastante densidade.
Escova Redonda Thermal Styler
É a opção para quem quer trabalhar o cabelo por secções, criar volume, suavizar os comprimentos e modelar as pontas.
Exige mais tempo e técnica, mas é também a que permite transformar mais visivelmente o acabamento.
A seleção do C12 confirma que estas três escovas devem ser vistas como alternativas por necessidade, e não como três acessórios que toda a gente precisa de comprar.
Vale a pena aproveitar no Catálogo 12?
No Catálogo 12, em vigor de 19 de agosto a 8 de setembro de 2026, a Escova Airflow Flexi Vent, a Power Paddle e a Redonda Thermal Styler estão apresentadas a 5,99 € cada, em vez de 8 €. Os preços e a disponibilidade podem mudar, por isso devem ser confirmados no Catálogo Oriflame em vigor antes da encomenda.
O preço é interessante, mas não é razão para comprar as três.
Se já tem em casa uma escova equivalente, em bom estado e que produz o resultado que procura, não precisa de a substituir apenas porque apareceu uma novidade.
A compra faz mais sentido quando existe uma diferença clara entre aquilo que a sua escova atual consegue fazer e aquilo que gostaria de melhorar.
Quando nenhuma destas é a melhor primeira compra
Uma nova escova pode facilitar o styling, mas não resolve todos os problemas capilares.
Eu não começaria por este acessório se:
- o cabelo está muito danificado, elástico ou quebradiço e precisa prioritariamente de uma rotina de reparação;
- existe queda acentuada ou uma alteração súbita da densidade;
- o couro cabeludo apresenta irritação ou desconforto persistente;
- pretende preservar caracóis definidos e não costuma fazer brushing;
- não usa secador e está a considerar uma escova redonda apenas pelo aspeto;
- já tem uma ferramenta do mesmo tipo que funciona bem.
Uma ferramenta bem escolhida melhora a rotina. Uma ferramenta errada acaba, quase sempre, esquecida numa gaveta.
A escolha mais simples
Se quer secar mais depressa e soltar a raiz, escolha a ventilada.
Se quer desembaraçar e deixar o cabelo mais liso, escolha a plana.
Se quer volume, movimento e acabamento de brushing, escolha a redonda.
É esta a distinção que realmente importa — muito mais do que comprar a escova mais recente ou a que parece mais profissional.
Pode ver estas e as restantes novidades Oriflame do Catálogo 12. Se ainda não sabe qual delas se adapta melhor ao seu cabelo e à forma como costuma secá-lo, peça ajuda antes de escolher.
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