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Quanto ganha mesmo uma revendedora Oriflame?

Descubra quanto ganha uma revendedora Oriflame em Portugal, como funciona o lucro e o que pode aumentar os ganhos.

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A pergunta quanto ganha uma revendedora Oriflame costuma aparecer no momento em que a curiosidade começa finalmente a ficar séria. Já não basta gostar de beleza, achar os produtos interessantes ou imaginar que isto “talvez dê para um extra”.

A certa altura, a dúvida muda de tom: isto pode realmente dar dinheiro? E, se sim, quanto?

A resposta curta continua a ser a mesma: depende. Mas há uma enorme diferença entre dizer “depende” de forma vaga e explicar, com calma, de onde vêm realmente os ganhos. E aqui vale a pena ser clara: há números concretos, há regras objetivas e há mais do que uma forma de ganhar.

É precisamente isso que torna esta oportunidade mais interessante do que parece à primeira vista.

O primeiro ganho começa logo no desconto imediato

A base mais simples de perceber é esta: uma revendedora Oriflame, ou Parceira, tem 20% de desconto imediato em todos os produtos.

Isto significa que, se um produto custa 25€ no catálogo, a Parceira não o paga a esse valor. Paga menos. E essa diferença é logo a primeira forma de ganho.

É aqui que começa a lógica da revenda: vender ao preço de catálogo e beneficiar da margem criada por esse desconto imediato.

Pode parecer o lado mais básico de tudo, mas é precisamente aqui que muita gente começa a ver a oportunidade com outros olhos. Porque, de repente, a conversa deixa de ser abstrata. Já não estamos a falar de “talvez dê para ganhar qualquer coisa”. Estamos a falar de uma margem real, simples de perceber e fácil de aplicar no dia a dia.

Sérum Oriflame

Depois entra um detalhe que muda bastante as contas

A partir daqui, o cenário começa a ficar mais interessante.

Quando a Parceira atinge 150 VP num catálogo, entra no chamado Programa Plus.

Na prática, e olhando para o caso mais comum, isso significa o seguinte: se fizer esses 150 VP com encomendas pessoais, recebe 10% sobre a sua Encomenda Pessoal (VC) em cashback.

É precisamente aqui que a pergunta quanto ganha uma revendedora Oriflame começa a ficar mais interessante.

Porque o ganho já não depende apenas da margem imediata sobre um ou dois produtos vendidos. Passa também a depender do volume da sua atividade ao longo do catálogo e da forma como aproveita os objetivos disponíveis.

Na maioria dos casos, os 150 VP são alcançados apenas com encomendas pessoais. Quando isso acontece, a Parceira recebe esses 10% extra em cashback, que ficam disponíveis na abertura do catálogo seguinte e seguem as regras gerais do cashback Oriflame.

Para quem quiser trabalhar o negócio de uma forma mais ampla, existe ainda outra possibilidade: parte desse objetivo pode também ser atingida com ajuda da atividade dos Membros de 1.º nível que tiver registado.

Mas isso já pertence a uma lógica mais avançada. Para quem está a começar, o mais simples e importante é perceber isto: atingindo 150 VP com a sua atividade pessoal, já pode desbloquear esse benefício extra.

Antes de continuar, vale a pena descomplicar duas siglas

Quando se fala deste tema, aparecem muitas vezes os termos VP e VC, e isso pode assustar quem está a começar. Na verdade, não é nada tão complicado.

VP significa Valor Pedido. Pense nisto como uma espécie de pontuação atribuída aos produtos. Serve para medir a atividade dentro de um catálogo e perceber se atingiu certos objetivos. Pode consultar o VP da sua encomenda no cesto de compras.

VC significa Valor Comissionável. É o valor usado como base para calcular algumas comissões e benefícios.

Para quem está a começar, o mais importante é perceber isto:

  • os VP ajudam a medir a atividade;
  • o VC ajuda a calcular ganhos e comissões.

Só esta distinção já torna muita coisa mais fácil de entender.

Uma revendedora pode ganhar de forma mais tradicional — ou muito mais moderna

É aqui que o modelo fica realmente interessante.

Durante muito tempo, a imagem clássica de uma revendedora era a de alguém que mostrava o catálogo, recebia os pedidos, fazia a encomenda e depois entregava os produtos. E essa forma de trabalhar continua a existir. Continua a funcionar. E, para muitas pessoas, continua a ser a maneira mais natural de começar.

Mas hoje já não é a única.

Uma das partes mais inteligentes deste modelo é que a revendedora pode registar os seus clientes como Membros da sua comunidade de beleza.

Isso permite que essas pessoas passem a fazer as suas próprias encomendas diretamente à Oriflame, com entrega ao domicílio, enquanto continuam ligadas à sua rede.

Isto muda bastante o potencial do negócio. Porque deixa de existir apenas uma lógica de venda manual, pedido a pedido. Passa a existir também uma segunda via de crescimento, muito mais atual, mais digital e mais leve.

A revendedora pode continuar a vender Oriflame da forma tradicional, a aconselhar, a mostrar produtos e até a fazer encomendas em nome das clientes, se isso fizer sentido. Mas passa a ter também uma estrutura mais escalável, em que os clientes compram com mais autonomia e a marca trata da entrega.

No fundo, isto cria duas formas de trabalhar em simultâneo.

Por um lado, a revenda clássica, mais próxima e mais pessoal. Por outro, uma comunidade de clientes registados que compra dentro do seu ecossistema.

E é precisamente esta segunda dimensão que ajuda a perceber porque é que algumas pessoas conseguem levar a atividade mais longe: deixam de depender apenas do esforço manual de cada encomenda e passam a construir algo com mais continuidade.

Vender produtos Oriflame

Os 10% dos Membros são outra camada de ganho

Depois de perceber o cenário mais comum — fazer 150 VP com encomendas pessoais e desbloquear os 10% em cashback — vale a pena esclarecer outra parte do modelo, que é diferente e não deve ser confundida com isso.

Quando a revendedora regista clientes como Membros da sua comunidade de beleza, entra numa lógica adicional de ganho. Esses clientes podem passar a fazer as suas próprias encomendas diretamente à Oriflame, enquanto continuam ligados à sua rede.

É aqui que o modelo ganha uma dimensão mais moderna e mais escalável. Porque a revendedora pode continuar a vender da forma tradicional, a mostrar produtos, a aconselhar e até a fazer encomendas em nome das clientes, se isso fizer sentido.

Mas passa a ter também uma segunda via de crescimento: uma comunidade de clientes registados que compra com mais autonomia.

Neste contexto, os 10% ligados aos Membros não devem ser confundidos com os 10% de cashback do Programa Plus. São coisas diferentes.

  • Os 10% de cashback entram no caso mais comum em que a Parceira atinge 150 VP com encomendas pessoais.
  • Já os ganhos ligados aos Membros registados pertencem a uma lógica mais ampla de comissões e desenvolvimento da atividade.

Para quem está a começar, o mais importante é perceber primeiro a base: margem imediata nas vendas e cashback ao atingir 150 VP.

A componente dos Membros deve ser vista como uma segunda possibilidade muito interessante para quem quiser trabalhar a atividade de forma mais moderna, mais digital e com maior potencial de escala.

Ou seja, não é obrigatório entrar logo nessa dimensão para que a oportunidade faça sentido. Mas ela existe — e pode fazer bastante diferença para quem quiser levar o negócio mais longe.

A loja online também conta — e muito

Há outro ponto que torna o modelo ainda mais ajustado aos tempos atuais: cada Parceiro tem acesso na sua área pessoal a um link e código personalizados.

Isto é importante porque reforça essa lógica de autonomia e escala. Já não se trata apenas de “ter catálogo” ou de “vender a conhecidos”. Trata-se de ter uma montra digital própria, um canal de recomendação pessoal e uma forma mais moderna de acompanhar clientes e compras.

Na prática, isto significa que a atividade pode crescer para lá da venda tradicional. E isso ajuda muito a responder à pergunta quanto ganha uma revendedora Oriflame, porque o potencial deixa de estar preso ao número de encomendas que consegue recolher manualmente.

Passa também a depender da sua capacidade de ativar clientes, partilhar o link certo e criar continuidade.

Então, quanto pode ganhar na vida real?

Uma revendedora Oriflame pode ganhar pouco, pode ganhar um extra simpático ou pode ganhar bastante mais do que esperava. A diferença está no nível de ação.

Quem vende de forma muito pontual, sem continuidade, vai sentir sobretudo o efeito do desconto imediato e algumas encomendas ocasionais. Quem trabalha catálogo após catálogo, atinge os 150 VP, usa loja online, regista clientes como Membros e começa a beneficiar de cashback e comissões, entra noutro patamar.

É precisamente por isso que não faz sentido prometer um valor fixo. O que faz sentido é dizer com clareza de onde vêm os ganhos:

  • 20% de desconto imediato em todos os produtos
  • Programa Plus aos 150 VP
  • 10% em cashback sobre a Encomenda Pessoal (VC), quando cumpre as condições
  • uma estrutura mais moderna de venda através de clientes registados como Membros
  • ganhos adicionais ligados ao desenvolvimento dessa comunidade
  • loja online com link e código personalizados
  • mais possibilidades de escala do que numa revenda puramente tradicional

Quando estes elementos se juntam, a conversa já não é abstrata. Estamos a falar de uma estrutura concreta, com várias formas de gerar rendimento.

Parceiro Oriflame

O que faz uma pessoa ganhar mais do que outra

Aqui entra a parte que quase nunca se diz com frontalidade suficiente: o ganho de uma revendedora Oriflame não depende só da marca. Depende muito da forma como a própria pessoa usa o modelo.

Normalmente, os resultados crescem quando há consistência. Quando a pessoa mostra o catálogo com regularidade, conhece bem alguns produtos, responde a mensagens, acompanha clientes, partilha a loja online e reaparece no momento certo. Não é uma questão de ser agressiva. É uma questão de estar presente.

Também cresce quando deixa de pensar apenas em “vender hoje” e começa a pensar em “construir uma base de clientes”. É aí que o registo de Membros se torna tão interessante. Porque introduz uma lógica de continuidade e dá à atividade uma dimensão mais atual e mais inteligente.

Por outro lado, quem se regista e depois quase não mexe na conta, não partilha o link, não trabalha catálogo nem acompanha clientes, dificilmente vai sentir grande diferença nos ganhos. E isto não é um defeito do sistema. É apenas a consequência natural de qualquer atividade que depende de movimento.

Importa sublinhar que os benefícios aqui abordados são exclusivos para Parceiros.

Quem está registado apenas como Membro pode comprar com vantagens, mas não entra da mesma forma na lógica de ganhos, Programa Plus e desenvolvimento da atividade. Um Membro pode fazer upgrade para Parceiro a qualquer momento.

Talvez a pergunta certa não seja só “quanto ganha?”

No fim, talvez a pergunta mais útil não seja apenas quanto ganha uma revendedora Oriflame. Talvez seja esta: quanto poderia ganhar se usasse bem todas as ferramentas que o modelo já oferece?

É aqui que a diferença começa. Não entre quem “tem jeito” e quem não tem. Mas entre quem olha para isto como uma tentativa tímida e quem percebe que, por trás de um catálogo e de alguns produtos, existe afinal uma estrutura de ganhos muito mais concreta do que parece à primeira vista.

Se chegou até aqui, provavelmente já percebeu isso. E, honestamente, esse já costuma ser o momento em que a curiosidade deixa de ser curiosidade e começa a parecer uma possibilidade real.

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Lúcia Carvalho
Lúcia Carvalho

Consultora independente da marca Oriflame desde 2008. Apaixonada pelo mundo da beleza e do empreendedorismo.

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