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Qual a melhor pasta de dentes? Guia rápido para escolher a certa (sensibilidade, branqueamento, hálito) sem complicar.

Há duas compras que conseguem virar uma pequena missão: protetor solar e… pasta de dentes. A prateleira parece infinita, os nomes soam todos “científicos” e, quando dá por si, está a comparar “whitening active” com “fresh blast” como se estivesse a escolher um vinho. Se já se perguntou qual a melhor pasta de dentes, este guia é para si — em modo rápido, sem complicar e sem truques.
Nota rápida: isto é um guia geral. Se tem dor, sensibilidade que não passa, sangramento frequente ou alterações súbitas, vale mesmo a pena falar com o seu dentista.
Escolha a sua pasta de dentes com uma pergunta simples: o que quer melhorar primeiro? (cáries, sensibilidade, branqueamento, hálito ou uma opção para crianças).
Em vez de se guiar pelo sabor ou pelo rótulo mais chamativo, eleja um objetivo principal.

Procure pasta com flúor — é o básico que mais impacto tem na prevenção. Em geral, recomenda-se uma pasta com 1350–1500 ppm de flúor (costuma vir escrito na embalagem).
Extra que faz diferença: depois de escovar, cuspa e não bocheche com água. Pode parecer estranho, mas ajuda o flúor a ficar mais tempo nos dentes.
Procure uma pasta “sensível” (normalmente com ingredientes dessensibilizantes). E dê-lhe tempo: muitas precisam de uso consistente para notar diferença.
Se a sensibilidade aparece de repente, é muito intensa, ou vem com dor ao mastigar, é sinal para consultar. (Pode ser mais do que “dentes sensíveis”.)
Aqui há duas categorias:
Se já tem sensibilidade, cuidado: “branqueadora + dentes sensíveis” é uma combinação que muitas vezes corre mal (porque pode agravar a sensação).
Procure pastas focadas em frescura/controlo de hálito e… não ignore o básico:
Aqui convém ter clareza: o flúor é um dos ingredientes com melhor evidência para prevenção de cáries e é recomendado por organizações de saúde oral.
Uma pasta sem flúor pode fazer sentido em situações específicas (preferência pessoal, indicação profissional), mas se tem tendência para cáries, vale mesmo a pena discutir isto com um dentista.
1) Flúor (ppm)
2) “Branqueadora”
Se a sua prioridade é conforto (sensibilidade, gengivas), uma branqueadora pode ser demasiado agressiva para uso diário. Uma solução comum é alternar (por exemplo: 2–3x/semana) — mas idealmente com validação do seu dentista.
3) “Tártaro/placa”
Algumas fórmulas são orientadas para controlo de placa e tártaro. Isso ajuda, mas não substitui técnica e consistência.
Sim, a pasta importa. Mas a técnica costuma ser o “upgrade” que muda o jogo:

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Uma com flúor (muitas recomendações apontam para 1350–1500 ppm), adequada ao seu objetivo (cáries, sensibilidade, etc.).
Sim: cuspir e não enxaguar ajuda o flúor a atuar melhor.
Depende da idade e do risco de cáries; há recomendações específicas (quantidade e concentração). O ideal é seguir orientação profissional e supervisionar a escovagem.
Muitas vezes, não é a melhor ideia como “pasta principal”. Primeiro conforto e proteção; depois estética.
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